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fevereiro 20, 2011

Pegada Ecológica

 


expressão Pegada Ecológica, em inglês ecological footprint, refere-se à quantidade
de “planetas” que seria necessária para nos sustentar.
Você já parou para pensar que a forma como vivemos deixa marcas no meio ambiente? É isso mesmo, nossa caminhada pela Terra deixa “rastros”, “pegadas”, que podem ser maiores ou menores, dependendo de como caminhamos. De certa forma, essas pegadas dizem muito sobre quem somos.
O uso excessivo de recursos naturais, o consumismo exagerado, a degradação ambiental e a grande quantidade de resíduos gerados são rastros deixados por uma humanidade que ainda se vê fora e distante da natureza.
A Pegada Ecológica é uma estimativa que nos mostra até que ponto a nossa forma de viver está de acordo com a capacidade do planeta de oferecer e renovar seus recursos naturais e absorver os resíduos que geramos em todos esses anos.

Seu estilo de vida diz tudo:

 Qual a relação entre o seu cotidiano e o meio ambiente?

Alimentação A alimentação é um item muito importante da nossa qualidade de vida, mas, além disso, uma dieta natural e equilibrada é bastante favorável à preservação dos ambientes.
Por trás do consumo de alimentos está o impacto ambiental causado pelo uso de agrotóxicos, desmatamento de florestas nativas para a plantação de monoculturas, queimadas dos resíduos da agricultura, entre outros.
A falta de informação no momento em que escolhemos o que levar à mesa e o desperdiço acarreta a uma exploração irracional dos recursos do planeta. Lembre-se de que não faltam alimentos no mundo e sim uma distribuição mais justa. 
Água
Todos os dias você escova os dentes, toma banho, lava as mãos, faz comida, lava a louça e a roupa, utiliza a descarga.
Você já pensou o quanto tudo isso consome de água por dia?
Você já parou para pensar o que aconteceria se todos no planeta agissem como você?
 
Energia elétrica
Diariamente, você faz funcionar quase que inconscientemente luzes e eletrodomésticos como chuveiros, computadores, microondas etc. Também ouve música ou notícias no rádio, assiste a programas de TV, lava e seca roupas em máquinas, usa elevadores, escadas rolantes, ar condicionado. Você já pensou quanto tudo isso “custa” ao meio ambiente?

No Brasil, apesar do grande potencial eólico e solar, a maior parte (97%) da energia que consumimos é elétrica produzida por hidroelétricas, que exigem para seu funcionamento a construção de grandes barragens.
Consumo e descarte
Quanto mais consumimos, mais lixo produzimos. Os resíduos naturais, ou matéria orgânica, podem ser inteiramente absorvidos pela natureza, mas materiais como o plástico, metal, borracha e outros não podem ser eliminados da mesma forma. Eles levam milhares de anos para se desfazer no ambiente. Mas você pode contribuir (e muito!) se separar e reciclar os materiais descartados. 

Quanto você se desloca por dia? De que forma? Carro, ônibus, trem, metrô, a pé ou de bicicleta?
A maioria dos meios de transporte que utilizamos em nosso cotidiano utiliza combustíveis fósseis, como o diesel e a gasolina. Por isso, um transporte sustentável tem de transportar o máximo de pessoas possível gastando o mínimo de combustível.
Ficou curioso?
 
Para assegurar a existência das condições favoráveis à vida precisamos viver de acordo com a “capacidade” do planeta, ou seja, de acordo com o que a Terra pode nos fornecer.

Avaliar até que ponto o nosso impacto já ultrapassou o limite é essencial, pois só assim poderemos saber se vivemos de forma sustentável.
 
 Faça o teste e calcule o seu impacto sobre o planeta.

fevereiro 14, 2010

Desmatamento


A Amazônia é a maior floresta tropical do planeta, armazena grandes quantidades de carbono existente na vegetação, que são liberados na atmosfera com a retirada da cobertura vegetal. O Brasil é o 4º maior poluidor do clima no mundo – cerca de 75% das emissões vêm dos desmatamentos e queimadas, principalmente na região.  Um time do Greenpeace está em campo para documentar e expor o problema das queimadas e do desmatamento na Amazônia. A contribuição do Brasil para salvar o planeta dos efeitos das mudanças climáticas e preservar a biodiversidade passa por zerar o desmatamento na maior floresta tropical do planeta.  Vendo isso o Greenpeace lançou a algum tempo um canal na web inteiramente destinado ao desmatamento no Brasil, que você pode conferir à partir do link: http://www.greenpeace.org.br/desmatamentozero

fevereiro 03, 2010

Proteja nossa Flora


As florestas são os ambientes mais ricos da Terra em biodiversidade. Se isso não bastava para que o homem preservasse esses ricos santuários, acabou de ganhar mais um motivo: um recente estudo recomenda a preservação da flora para salvar o clima.
As plantas ajudam atuando de diversas maneiras benéficas para o meio ambiente. No entanto, podemos dizer que são vitais para nossa sobrevivência devido ao processo da fotossíntese, que "sequestra" moléculas de carbono e produz oxigênio.
Nos 500 anos de sua história, o Brasil desmatou aproximadamente 30% de suas florestas. O mais assustador nesta estatística é que a maior parte foi devastada nos últimos 50 anos.
A Mata Atlântica, bioma com a maior biodiversidade do mundo, foi quem mais sofreu, perdendo cerca de 751.000 km². Já o Cerrado vem perdendo espaço para o concreto em ritmo alarmante.
A desertificação e as secas serão cada vez mais frequentes com a aceleração do aquecimento global. Lembram da seca de 2005 na Amazônia? O fenômeno criou uma emissão gigante de CO2. Matou árvores e animais, gerou mais gases do efeito estufa do que as emissões anuais da Europa e do Japão.
Vai faltar água. E as plantas estão diretamente relacionadas a ela. Vemos o homem derrubando as matas ciliares que protegem os rios da poluição e do assoreamento, gerando uma enorme perda ambiental. Na verdade o que faltará não é o elemento água, mas sim as fontes de água limpa.
Proteja nossa flora
"A água é o elemento vital para a vida na Terra e o aquecimento global está perturbando a dinâmica deste mineral no planeta."


Outra razão para mantermos as florestas de pé: estes habitats são considerados "farmácias vivas", ou seja, há muitas substâncias nas plantas para uso medicinal. Graças a isto, nossas florestas são alvo de grande interesse de cientistas no mundo todo.
Vítimas do aquecimento global, as plantas passam a consumir menos gás carbônico. Isto significa que quanto mais o planeta esquentar, menos as plantas vão ajudar a conter o aquecimento.
Em muitos países, a principal fonte de cuidados com a saúde ainda vem das plantas.
Para minimizar o problema, plante árvores nativas, pois só elas são capazes de devolver à natureza o equilíbrio perdido. Exija do governo a proteção de nossas florestas. Espalhe a idéia. 

Fonte: Mundo Quente

fevereiro 02, 2010

Apartamento de 42 m² para morar com os três filhos

A marcenaria prática e econômica, com madeira certificada e de reflorestamento, deu o prêmio Planeta Casa ao arquiteto Paulo Alves, que integrou os ambientes para ampliar os 42 m² do imóvel.
Veja o vídeo aqui.

As Aldeias do Passado e do futuro

É comum ouvirmos que “é importante conhecer a
História para não repetir erros do passado”. Mas, quando
o assunto é extinção, a coisa fica complicada, pois quem
participou da História não viveu para contar. Civilizações
inteiras desapareceram. Um exemplo é a civilização maia, tida
como avançadíssima em matemática e astronomia. O que terá
acontecido?
Se você não acredita em abdução em massa, convido a
uma análise de possibilidades. Houve guerras? Êxodos? Dentre
diversas explicações, uma vem ganhando adeptos: por terem se
desenvolvido rapidamente, a ponto de os recursos disponíveis
não serem mais capazes de se renovar e suportar o ritmo de
exploração, os maias ficaram, de forma fatal, sem alimento e
sem água.
Há sérias evidências de que suas avançadas técnicas de
cultivo e irrigação promoveram o esgotamento do solo da região
de Yucatán, provocando erosões e mudanças nas chuvas. Os
desequilíbrios decorrentes podem ter sido fator determinante
para a extinção desse povo – arrebatado pela gripe espanhola,
outro grave fator de desequilíbrio ecológico.
Hoje estamos a repetir o erro, mesmo que avisados pela
História. Parece que não nos convencemos do rumo que damos
ao planeta e, na dúvida, a inércia nos impulsiona. Ao menos, no
Brasil, o impulso tem sido por energia renovável! Isso é negócio
inteligente.
A sustentabilidade tem que apoiar decisões empresariais
– não por ser algo politicamente correto, mas porque o
consumidor começa a exigir isso nos produtos e serviços que
consome. Temos, então, dois fortes motivos para buscar a
sustentabilidade: manter vivos e competitivos os negócios e
manter vivos os consumidores, ou seja, nós mesmos.

Felipe Jané Bottini
Economista
sócio da Green Domus Desenvolvimento Sustentável

Verde em meio a selva de concreto.

Imagine um edifício em que a água seja reutilizada, as janelas sejam construídas de modo que a luz entre na maior parte do dia sem aumentar o calor e que ainda repasse suas ideias e iniciativas ecologicamente corretas em workshops e palestras. Medidas como essas parecem complicadas, mas estão cada vez mais factíveis nas pequenas e médias empresas.
Veja o caso da Ecofit, academia paulistana fundada pelos irmãos Antonio e Eduardo Gandra. Eles gastaram R$ 10 milhões para criar o ambiente da empresa, 5% mais caro por terem optado pela construção verde – o que, no entanto, compensa, já que o lucro é revertido em economia a longo prazo. Entre outros benefícios, a conta de energia é 15% mais baixa que a de uma academia tradicional. Na soma final, o custo operacional da Ecofit é 5% menor que o de outras academias convencionais. 
E o que os irmãos Gandra fizeram?
- Usaram materiais reciclados na construção.
- As piscinas são mantidas quentes por meio de um sistema de aquecimento solar.
- As madeiras utilizadas são certificadas ou de demolição.
- Criaram um sistema de tanques para armazenar a água da chuva para uso na limpeza e descargas.
- A economia de água chega a mil litros por dia.
- Há coleta seletiva interna.
- O lixo orgânico é transformado em adubo e o óleo de cozinha é
separado para virar biodiesel.
- O espaço possui paredes de resíduos de pedreiras.
- Abriram amplas janelas de vidro para aproveitar a luz solar.
luz_solar
Com essas medidas, a economia é convertida em desconto para os clientes, que na Ecofit pagam mensalidades até 30% mais baratas. Reduzir custos pode ser mais simples do que parece, e pequenas adaptações na empresa não precisam significar milhões, e sim apenas algumas mudanças de atitude nos costumes cotidianos.



Green building e o Leed

Green building é o edifício cujo projeto leva em conta o aproveitamento de recursos e a redução de impactos ambientais na construção. O Leadership in Energy and Environmental Design é uma certificação internacional atribuída a construções ou a comunidades com características de green building. No Brasil, está passando por alterações que vão regionalizar as normas. O Green Building Council (GBC) Brasil está à frente desse trabalho, e pretende redefinir as regras até o fim do ano.
Fonte: resultson.com.br/tag/construcao-sustentavel/

Construção Civil e Conceito de Construção Sustentável


As cidades e seu metabolismo são as grandes responsáveis pelo consumo de materiais, água e energia, sendo assim razoável pensar que, em um futuro próximo, continuarão a produzir grande impactos negativos sobre o meio natural.
Muitos destes impactos negativos são gerados pelo setor da construção civil, que responde por 40% do consumo mundial de energia e por 16% da água utilizada no mundo. De acordo com dados do Worldwatch Institute, a construção de edifícios consome 40% das pedras e areia utilizados no mundo por ano, além de ser responsável por 25% da extração de madeira anualmente. É natural que a sustentabilidade assuma, gradualmente, uma posição de cada vez mais importância neste cenário.

         O conceito de Construção Sustentável baseia-se no desenvolvimento de modelos que permitam à construção civil enfrentar e propor soluções aos principais problemas ambientais de nossa época, sem renunciar à moderna tecnologia e a criação de edificações que atendam as necessidades de seus usuários.
 Certificação e Avaliação Ambiental
   A questão ambiental vem sendo debatida em todo o mundo, e tornou-se necessário adequar a arquitetura a esta demanda. Diversos países criaram critérios de avaliação para construções sustentáveis.
Os métodos para avaliação ambiental de edifícios surgiram na década de 1990 na Europa, EUA e Canadá com a intenção de encorajar o mercado a obter níveis superiores de desempenho ambiental. Pelo fato das agendas ambientais serem diferenciadas, os métodos empregados em outros países não devem ser utilizados sem as devidas adaptações, incluindo a definição dos requisitos de sustentabilidade que devam ser atendidos pelos edifícios no Brasil.

           Atualmente, praticamente cada país europeu, além de Estados Unidos, Canadá, Austrália, Japão e Hong Kong, possui um sistema de avaliação de edifícios. No Brasil, o atestado de boa conduta ambiental e social mais difundido é a Certifcação LEED do USGreen Building Council (GBC) [Conselho Norte Americano de Prédios Verdes]. Mas outros sistemas de certificação estão começando a despontar. Em abril de 2008 foi lançada a certificação para empreendimentos sustentáveis Alta Qualidade Ambiental (AQUA),que foi adaptada para atender as características ambientais do país.
Fonte: www.criaarquiteturasustentavel.com.br          
 

Curiosidades.

Fórmula Sustentável 
Um carro de corrida feito com vegetais e movido a
chocolate que em vez de poluir, purifica o ar!
Na seqüência da recente turbulência na Fórmula 1 decorrentes do alto custo de funcionamento das equipes de corridas, motor competitivo, patrocinadores e dúvidas na mente sobre o valor comercial do seu envolvimento, a viabilidade das corridas de automóveis está a ser criticamente questionada.Com isto em mente o Warwick Innovative Manufacturing Research Centre (WIMRC), parte da Universidade de Warwick, estão a tentar provar à indústria automobilística que é possível construir um carro de corrida competitivo utilizando componentes ambientalmente sustentáveis.O novo carro de corrida WorldFirst é uma forma inteligente de pensamento sustentável. É a primeira fórmula 3 de carro de corrida concebida e realizada a partir de materiais sustentáveis e renováveis.O WorldFirst carro de corrida de F3 é patrocinado pela Innovative Warwick Manufacturing Research Centre (WIMRC).
Warwick Manufacturing Group (WMG) & Warwick Innovative Manufacturing Research Centre (WIMRC)


Originalmente criado em Outubro de 2001, o Warwick Innovative Manufacturing Research Centre (WIMRC) da Universidade de Warwick desenha sobre os recursos de vários departamentos e aplica design, tecnologia e pesquisa em gestão de problemas difíceis de resolver.Como o carro de corrida WorldFirst F3, todos os projetos são importantes para fornecer soluções comercialmente viáveis que atendam as necessidades futuras do Reino Unido e das empresas concorrentes no mercado global.A Engineering and Physical Sciences Research Council (EPSRC) financia com o apoio suplementar e colabora no projeto.

 
O Projeto
Porquê a Sustentabilidade?
Redução de custos, melhoria da eco-credenciais maximizando o desempenho
 Na seqüência da recente turbulência nos F1 decorrentes do alto custo de funcionamento de equipas de corridas e as dúvidas na mente dos patrocinadores sobre o valor comercial de estar envolvido, a viabilidade das corridas de automóveis está a ser criticamente questionada. Isto vem numa altura em que o abrandamento econômico global continua a fazer um impacto cada vez maior sobre os consumidores e empresas. Em particular, isto está fazendo a indústria automobilística reavaliar a relação custo / benefício disponíveis da participação do esporte a motor. Assim, tanto a corridas de automóveis e fabricantes de automóveis estão cada vez mais voltados para soluções inovadoras para maximizar o retorno sobre o investimento. Isto é num momento em que a indústria automobilística tem de se tornar mais ecológica e sustentável, evitando qualquer perda de performance.Tendo antecipado este cenário, WIMRC concebeu um projeto destinado a provar à indústria de que é possível construir um carro de corrida competitivo utilizando componentes ambientalmente sustentável, através da utilização dos resultados mais recentes da investigação.
Componentes:
Carenagem (parte externa) - a maior parte é de fibra de carbono reciclada, mas também são usados amido de batata e fibra de linho; algumas peças também têm fibra de vidro e resina de garrafas recicláveis.Assento - espuma de óleo de soja, fibra de linho e poliéster reciclado.Volante - polímero derivado de cenoura e raízes comestíveis.Radiador - revestido de um catalisador que converte ozônio em oxigênio.Lubrificantes - derivados de óleos vegetais.
Motor - modelo de dois litros, movido a biodiesel, mas que também pode funcionar com óleos vegetais e, claro, chocolate.
O resultado fala por si ...



fevereiro 01, 2010

Responsabilidades.

Somos responsáveis por aquilo que fazemos,
o que não fazemos e o que impedimos de ser feito.

Albert Camus

Aquecimento Global - uma ameaça a vida



O aquecimento global é uma conseqüência das alterações climáticas ocorridas no planeta. Diversas pesquisas confirmam o aumento da temperatura média global.
As causas do aquecimento global são muito pesquisadas. Existe uma parcela da comunidade científica que atribui esse fenômeno como um processo natural, afirmando que o planeta Terra está numa fase de transição natural, um processo longo e dinâmico, saindo da era glacial para a interglacial, sendo o aumento da temperatura conseqüência desse fenômeno.
No entanto, as principais atribuições para o aquecimento global são relacionadas às atividades humanas, que intensificam o efeito de estufa através do aumento na queima de gases de combustíveis fósseis, como petróleo, carvão mineral e gás natural.
O aquecimento global não só prejudica a fauna e o espaço terrestre, como também a nós mesmos, através do efeito estufa, que aumenta a acumulação de gases poluentes nocivos à saúde que se propagam no ar que respiramos. Assim, estamos propensos, obrigatoriamente, a inalar toxinas que causam muitas doenças respiratórias. Outro fator que irá aumentar o número de mortes será as altas temperaturas, principalmente nos países do Norte, desenvolvendo o câncer de pele e catarata.

Quais as suas ações em relação a esta questão?
Comente, envie sugestões. 

Beija Flor



Lindo demais, vale a pena assistir.

Um exemplo para o mundo.


Durante recente visita a Cuba, paramos por uma cooperativa agrícola na periferia de Havana. Seus agricultores e as cooperativas de todo o país fazem parte do que é amplamente reconhecido como o maior experimento do mundo da agricultura biológica. Centenas de milhares de agricultores orgulhosamente se proclamam parte do movimento de Cuba “ambiental”.
Em 2008, Cuba foi devastada por três grandes furacões que causaram cerca de US$10 bilhões em danos, incluindo 400.000 casas destruídas e danos à agricultura. Os cubanos culpam, provavelmente de maneira certa, o crescente poder destrutivo e frequência dos furacões à mudança climática global. Compreensivelmente, a consciência ambiental e a necessidade de medidas radicais para reduzir o aquecimento global estão em alta.
Notavelmente, em 2006, o World Wildlife Federation avaliou Cuba como o único país que combina elevados padrões de desenvolvimento humano, tendo como parâmetros a alfabetização, os índices de saúde e a baixa “pegada ecológica”, onde se avalia a quantidade de dióxido de carbono emitido por habitante.
Fica a pergunta: como pode um país subdesenvolvido com tão poucos recursos econômicos têm um desempenho ambiental melhor do que seu vizinho ricos? A história dá uma grande esperança de que o planeta Terra pode ser salvo.
O esforço para reverter a destruição ambiental e seguir um caminho de desenvolvimento sustentável é ainda mais notável considerando a história de Cuba, o bloqueio econômico imposto pelos EUA e os contínuos esforços para derrubar seu governo.
Assim como na maioria dos países, a história é marcada por inúmeras agressões ao meio ambiente na busca de se obter crescimento econômico em nível internacional e não foram poucas as degradações que a ilha sofreu. Mas o que mudou na Ilha?
Quando a Revolução Cubana ocorreu em 1959, a proteção ambiental se tornou uma prioridade, pois líderes revolucionários já eram ecologicamente comprometidos. A primeira Reforma Agrária, em 1959, nacionalizou o latifúndio e continha uma cláusula sobre “A conservação das florestas e solos”, deixando de lado grandes reservas de alguns dos maiores tesouros naturais de Cuba.
Nos anos subseqüentes a legislação ambiental foi aprovada e consagrada na Constituição, embora a legislação tenha sido bastante descumprida. A educação ajudou a criar um senso de responsabilidade ambiental, que tinham como maiores entusiastas professores e estudantes.
Os cubanos cometeram erros graves durante os anos sob a imensa pressão do desenvolvimento econômico e da escassez. Mas eles também aprenderam com seus erros e as políticas. Não é de surpreender que eles começaram a construir o socialismo imitando o modelo soviético, que deu ênfase a industrialização sem levar em conta o impacto ambiental, mas os cubanos logo perceberam o prejuízo resultante desse modelo e adequaram a sua situação ao que era necessário.
Em 1992, sob o impacto do crescente movimento ambientalista mundial, a ECO-92 foi realizada. Castro participou e fez um discurso para  enfrentar o subdesenvolvimento econômico e da pobreza com a sustentabilidade. Ele observou,
“Se queremos salvar a humanidade da destruição de si mesmo, temos que distribuir mais equitativamente as riquezas e tecnologias disponíveis no planeta. Menos luxo em alguns países seria a solução para a redução da pobreza e da fome na Terra. Precisamos parar de influenciar o Terceiro Mundo com esse estilo de vida e hábitos de consumo que arruínam o meio ambiente “.
Com o declínio do socialismo mundial, Cuba se viu obrigada a tomar novos rumos. A mudança mais drástica foi no domínio agrícola. Os cubanos se virou para a agricultura e meios naturais de controle de pragas. OS Agricultores enfaticamente nos disseram que mesmo que o bloqueio acabe eles vão continuar a agricultura biológica porque é melhor para o ambiente, tanto para as condições de trabalho dos agricultores quanto para produzir alimentos mais saudáveis para o povo.
Além disso, os cubanos descentralizaram a produção agrícola e encontraram a responsabilidade local. Mais de um milhão de bicicletas foram importadas da China e cinco fábricas de produção de bicicletas foram construídos. Mais de 500.000 motos foram colocadas em operação em Havana.
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente (EPA como o nosso) foi criada para supervisionar a política ambiental e sua aplicação.
Em 1993, o Fontes do Programa de Desenvolvimento Energético Nacional foi aprovado, cujo objetivo era de conservação e eficiência energética e para começar a utilizar fontes de energia renováveis.
Como Renewable Energy World Magazine observou,
“Todas as escolas rurais, postos de saúde e centros sociais no país foram eletrificados com energia solar e, hoje, 2.364 dos sistemas de energia solar elétrico na ilha estão em escolas rurais. Fazer luzes, computadores e programas de televisão educativos acessíveis a todas as crianças da escola no país deu a Cuba o prêmio Global 500 das Nações Unidas em 2001. ”
A Revolução Energética
No entanto, estas medidas se revelaram insuficientes. Assim, em 2006, Cuba adotou o que foi chamado de Revolução Energética. Essa política consiste em cinco aspectos: conservação, modernização da rede elétrica, maior utilização de recursos renováveis, uma maior exploração do local de gás e petróleo e uma maior cooperação internacional.
Conservação foi considerada o elemento-chave. Castro comentou:
“Não estamos à espera de combustível a cair do céu, porque descobrimos, felizmente, algo muito mais importante - a conservação de energia, que é como encontrar um grande depósito de petróleo”.
O programa revelou-se um grande sucesso em parte porque o país inteiro foi mobilizado a participar através de uma campanha de educação de massa. Um exército de jovens trabalhadores sociais é responsável por ir de porta em porta para espalhar as últimas práticas ambientais.
Cuba se tornou o primeiro país a substituir totalmente as lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes compactas. A rede nacional de energia foi modernizada e descentralizada. Centenas de micro sistemas hidrelétricos foram construídas; a agricultura urbana e o uso de hidroponia tem se expandido.
Dois grandes parques eólicos foram construídos no litoral, além de milhares de sistemas que geram energia solar. Reciclagem de resíduos de açúcar é a produção de bio-combustíveis.
Outro resultado importante da ECO-92 foi um convite para preservar a biodiversidade do mundo. Cuba foi um dos primeiros países a abraçar este desafio. Biodiversidade foi visto como uma parte integrante do desenvolvimento sustentável e levou a proteção ambiental à lei. O reflorestamento aumentou para 21% e está crescendo cada vez mais. Florestas e as árvores estão sob proteção rigorosa.
Diferente de quase todos os outros lugares no mundo, Cuba está protegendo suas áreas costeiras, manguezais e recifes de coral. Seu litoral é um dos mais preservados do mundo.
O exemplo de Cuba mostra que uma sociedade voltada para o desenvolvimento socialista, onde os trabalhadores detêm o poder econômico e político, é muito superior ao capitalismo, quando se trata de lidar com a crise ambiental e realmente reverter a destruição ambiental.
Cuba também nos mostra como o socialismo coloca as pessoas em primeiro lugar, como o desenvolvimento econômico e a sustentabilidade podem ser sinônimos, como um país pode aprender com seus erros e ter flexibilidade para lidar com os problemas e as crises que possam surgir. No momento em que a crise econômica mundial, a desigualdade e a pobreza são vastas e intimamente ligadas à crise ambiental e global - o socialismo oferece o único caminho viável para assegurar o futuro da humanidade.  
 
O relato foi publicado por John Bachtell, People’s Weekly World Newspaper, 09/03/09. 
Tradução: Flávio Vieira.
Fonte: www.energiaeficiente.com.br/

Mais é Menos.


Com o objetivo de sensibilizar e mobilizar os brasileiros para um consumo mais consciente, o Akatu lança sua nova campanha, chamada“Mais é Menos”. A campanha, desenvolvida pela agência Lew’Lara\TBWA, que trabalha de forma pró-bono como parceira institucional do Akatu, surgiu da constatação de que é necessário massificar a compreensão dos conceitos e práticas do consumo consciente, estimulando as pessoas a refletirem sobre o seu atual padrão de consumo e sobre a forma como as mudanças de comportamento podem ajudar na construção da sustentabilidade da vida no Planeta. O hot site da campanha, assim como outras ações online foram desenvolvidas pela agência Brancozulu, também parceira institucional do Akatu.

 “Mais trânsito. Menos ar puro: o aquecimento global está diretamente ligado aos gases produzidos no trânsito. Você pode ajudar a combater as mudanças climáticas. Que tal consumir mais transporte público, carona ou bicicleta?”

Problemas relacionados com a água

A água é um bem natural essencial para a vida. É usada para consumo humano, irrigação, energia, navegação, pesca, uso industrial e lazer. Por muito tempo, ela foi considerada um recurso inesgotável e o desperdício era uma prática comum. Porém, atualmente já se verifica que a quantidade de água própria para beber está diminuindo por causa do aumento da população, da poluição e das alterações no clima.
O desperdício de água
Além do aumento do consumo e da poluição, existe um outro problema relacionado à falta de água: o desperdício, conseqüência da falta de conscientização.

Atitudes simples como concertar vazamentos, não deixar a torneira aberta enquanto escova os dentes, diminuir o tempo de banho, não usar a água como vassoura, podem contribuir bastante para a sua economia.
Esgoto Doméstico
2,4 bilhões de pessoas vivem sem saneamento básico e em conseqüência disso, 5 milhões de pessoas morrem por ano de doenças transmitidas direta ou indiretamente pela água. Por esta razão, é essencial que todos os municípios tratem seus esgotos.
No estado de São Paulo, 42% dos municípios não tratam seus esgotos, o que equivale a 22,4 milhões de habitantes.
A poluição
A poluição tem várias conseqüências negativas como a morte de animais, plantas e de todas as formas de vida do local afetado, ou pelo menos alterações na sua forma de vida e também a contaminação da população que é abastecida pelo local e de alimentos irrigados por estas águas. As principais formas de poluição são:
- Despejo doméstico e industrial nos rios
- Contaminação por fertilizantes e pesticidas agrícolas
- Contaminação de lençóis freáticos por lixões e aterros
- Mineração clandestina
Temos hoje 12.000 km 3 de água poluída no mundo.
A indústria no mundo lança por ano cerca de 500 milhões de toneladas de metais pesados, solventes e outros rejeitos. Medidas como tratar os esgotos e não jogar lixo em rios e lagos poderiam evitar a degradação da água.
O uso sustentável
Usar a água de forma sustentável é usá-la racionalmente, permitindo que todos tenham acesso agora e no futuro, evitando assim, o desperdício. Nas grandes cidades a perda de água chega a 45% !!!
Uma das formas de reaproveitar a água é a cisterna - uma forma de armazenar as águas da chuva durante o período de seca. A cisterna é uma caixa que recolhe a água que cai no telhado, guardando-a por até oito meses. É normalmente utilizada na região semi-árida do Brasil, pois nesta área as chuvas são irregulares e evaporam facilmente. Pode ser uma alternativa para a população que já sofre o drama da falta de água.
Já existem iniciativas de administrações municipais para a reutilização da água na limpeza de vias públicas e irrigação de áreas verdes. A água usada vem de esgotos tratados ou de “piscininhas”, que funcionam como as cisternas na captação de água da chuva.
Outra questão muito importante para a preservação das águas nos córregos e rios é a mata ciliar .
As Matas Ciliares são florestas ou outros tipos de cobertura vegetal nativa, que margeiam rios, igarapés, lagos, minas, nascentes e outros, mesmo que sejam artificiais, construídos pelo homem.
Elas recebem esse nome, pois são tão importantes para a proteção de rios e lagos, quanto os cílios são para os olhos. Sua função é evitar erosões e assoreamentos, já que as arvores impedem que a chuva chegue direto ao rio, evitando as enxurradas e as raízes retêm o solo e outros materiais que também acabariam na água.
As matas ciliares mantêm as dimensões dos rios, impedindo sua morte. A proteção da mata também e essencial para a fauna local.

FSC (Forest Stewardship Council = Conselho de Manejo Florestal)


 

  •   É o selo verde mais reconhecido em todo o mundo, com presença em mais de 75 países e todos os continentes.
  • O conselho criado como o resultado de uma iniciativa para a conservação ambiental e desenvolvimento sustentável das florestas do mundo inteiro.
  • Seu objetivo é difundir o uso racional da floresta, garantindo sua existência no longo prazo, a partir de regras reconhecidas internacionalmente.
  • O FSC atua de três maneiras: desenvolve os princípios e critérios (universais) para certificação; credencia organizações certificadoras especializadas e independentes; e apóia o desenvolvimento de padrões nacionais e regionais de manejo florestal, que servem para detalhar a aplicação dos princípios e critérios, adaptando-os à realidade de um determinado tipo de floresta.
  • A certificação FSC de uma área florestal requer que a operação florestal nessa área seja feita de modo: -
  • Ecologicamente correto
Utilizar técnicas que imitam o ciclo natural da floresta e causam o mínimo impacto, permitindo sua renovação e sua permanência, bem como da biodiversidade que abriga. Por exemplo, a floresta é provedora da matéria prima da Indústria papeleira - se não houver floresta, não é possível oferecer o mesmo produto nem na mesma quantidade. E o papel é um bem essencial na sociedade moderna.
  • - Socialmente justo
A propriedade de uma área florestal e toda a atividade precisa ser legalizada, o que significa pagar todos os tributos e respeitar todos os direitos trabalhistas, inclusive no item segurança do trabalho. Além disso, o processo de certificação FSC é transparente, o que permite sua fiscalização por qualquer entidade ou indivíduo da sociedade civil. Finalmente, os princípios e critérios do FSC são decididos com a participação igualitária dos três setores: ambiental, social e econômico.
  • - Economicamente viável
As técnicas de manejo florestal requeridas pelo FSC aumentam a produtividade da floresta, garantem a durabilidade dos investimentos, e AGREGAM valor ao produto. O selo FSC no produto já é uma demanda do mercado para o qual ainda não há suficiente oferta, e isso significa que um produto com o selo FSC garante a permanência no mercado e abre novos mercados.

  •  A adesão da indústria papeleira do Brasil à certificação FSC significa sua permanência no mercado, a oportunidade de introduzir novos produtos no mercado, e um passaporte para a modernidade e para a economia globalizada. Significa, também, a durabilidade do empreendimento e sua permanência no mesmo local, mantendo os empregos da comunidade e viabilizando os investimentos.
  • Para Saber mais:

Jeans Sustentável .Peça não precisa ser lavada com água; basta congelar

 
Nada de tanque, máquina de lavar ou ferro de passar: bastam 12 horas congelada para a calça jeans estar pronta para ser usada. A novidade foi apresentada em uma feira sobre sustentabilidade, em Berlim, na Alemanha, e já inspirou empresários brasileiros antenados com as novidades do mundo da moda.

A ideia foi criar uma peça eco-sustentável, que não agredisse o meio-ambiente. O jeans não precisa ser lavado com água, apenas congelado na geladeira para ser higienizado. A peça será vendida com uma sacolinha com vedação, própria para temperaturas baixas.

Segundo os fabricantes, doze horas dentro do freezer são suficientes para matar as bactérias e tirar o cheiro de uso, mas o ideal é deixar o dobro do tempo.

Além disso, as calças são dupla face.
É só virar pelo avesso para usar a mesma roupa como se fosse outra sem lavar, passar ou engomar.

O compromisso com a sustentabilidade na fabricação de roupas como esta calça jeans congelável é que o modo de produção é totalmente orgânico.

Usam algodão, fibras e tingimentos que não levam químicas nocivas ao meio ambiente em nenhuma das etapas -da matéria- prima à peça finalizada para ir às prateleiras.

Fonte: Yahoo.

janeiro 31, 2010

Vá de bicicleta, simplifique sua vida e ajude o planeta



Fonte: Planeta Sustentável

Reciclar, Reduzir, Reutilizar

 
O uso de garrafas PET em tapetes, bases de pufes, luminárias e sistemas de aquecimento solar já é conhecido. Pois no segmento de materiais de construção, o tal polietieleno tereftalato também vem ganhando destaque. Em Manaus, o engenheiro eletrônico Luiz Antônio Pereira Formariz começou a investir na resina, tradicionalmente usadas em embalagens de refrigerante e água mineral, para fazer telhas. Assim, fundou a empresa Telhas Leve. O custo do metro quadrado do produto é de R$ 39, duas vezes mais alto que o da telha convencional de barro, que gira em torno de R$ 19. Mas, de acordo com Formariz, devido à sua leveza, o gasto com a estrutura do telhado custa R$ 15, um quarto do preço da tradicional, que é de R$ 70 em média.

As telhas de PET podem ainda ser encontradas em diferentes cores, como azul, amarela e vermelha. A marrom-cerâmica reproduz fielmente o tom das peças de barro. E a durabilidade do produto pode ser até cinco vezes maior. Além disso, Formariz destaca a importância que o produto traz ao meio ambiente.
“Hoje em dia, devido a popularização do consumo de refrigerantes embalados em garrafas de PET, a telha plástica tornou-se também uma grave ameaça ao meio ambiente, pois, após o consumo do conteúdo dessas garrafas, elas se transformam em lixo, causando poluições que afetam drasticamente o meio ambiente. Com a reciclagem do PET, existe a possibilidade de controlar esse problema, pois o material poderá ser transformado em outros produtos de grande utilidade e necessidades básicas para as pessoas”, explica o engenheiro.
 
A coleta das garrafas PET é feita por cooperativas e associações de catadores de lixo. A reciclagem do material, segundo o engenheiro, além de poder contribuir para uma possível fonte de renda para famílias pobres ou desempregadas, reduz os de custos de fabricação dos produtos. Por ser um material que depende apenas de coleta, reciclagem, e dos devidos tratamentos de preparação, o plástico implica num preço um pouco menor do que se fosse comprado novo.
 
PLÁSTICO RECICLADO PODE SUBSTITUIR O COMPENSADO EM ESTRUTURA DE EDIFÍCIOS 
O plástico reciclado também vem substituindo os compensados de madeira tradicionalmente utilizados na construção de edifícios como suporte para a confecção da laje plana (”tipo cogumelo”, feita de concreto e que não necessita de vigas).
A ideia é da Premag, do Ceará, que fabrica o chamado “plasterit” partir de garrafas PET recolhidas por cerca de mil catadores da região. Segundo o engenheiro Luiz Edmundo Pereira, sócio-diretor da empresa, o emprego do plasterit na estrutura dos prédios pode trazer uma economia de cerca de 15% no valor da estrutura do prédio, pois o compensado do material pode ser reutilizado várias vezes.
“Essa concepção estrutural, aliada ao uso das formas plásticas com material reciclado e de peças metálicas, reduz o gasto de madeira a praticamente zero, numa edificação. Além disso, o uso da plasterit na construção civil evita o desmatamento e ainda a queima de madeira, já que os compensados tradicionais têm pouca durabilidade e são, posteriormente, queimados”, afirma Pereira.
A Premag, que foi contemplada com o prêmio Top Imobiliário 2009 da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Niterói), na categoria Sustentabilidade ambiental, já ergueu seis edificações com essa tecnologia no estado. E há mais cinco em construção: duas em Niterói, duas em Rio das Ostras e uma em Macaé. Entre elas, a do Hospital Icaraí, na Marquês do Paraná, e o prédio residencial La Brisa, na Praia de Piratininga.

Fonte: Yahoo!

Balada sustentável

Enquanto você dança, gera energia para manter a música e as luzes funcionando. Veja como vai funcionar a balada que não agride o meio-ambiente.

  http://planetasustentavel.abril.com.br/

El agua: lo mas importante?

 
Es conocido por todos, que el agua es uno de los recursos naturales más vitales.  Nos hemos preguntado alguna vez que sucedería si el agua se acabara??... Si desapareciera? Qué pasa si hoy no nos damos cuenta la importancia que tiene y lo urgente que es cuidarla?

    Hace miles de miles de años las tres más grandes civilizaciones de la humanidad se asentaron a orillas de un, río; la civilización China, en los ríos Huang  He y Yang-tsê; la ciudad de Ur se fundó en las orillas del río Éufrates, y la civilización Egipcia fundó sus eperanzas y desarrollo a orillas del Nilo. Todas estas, y varias otras civilizaciones se han levantado al lado del agua, con el fin de poder sobrevivir, de saciar la sed que les producía la lucha de vivir día a día y de resolver hasta las cosas más simples…que finalmente tambien son fundamentales como lavarse la cara o lavar sus ropas.


    Con todo esto, nos trataban de decir algo: debíamos cuidar el agua, no desperdiciarla, tratarla como si cada gota fuese la última que veríamos en nuestra vida. Pero, desgraciadamente los seres humanos no hemos aprendido nada de nuestros antepasados. Mal-utilizamos el agua cada día, la dejamos correr cuando la ocupamos, la contaminamos con residuos domésticos y también industriales,  la botamos como si fuera basura, etc. Esto, demuestra lo poco que hemos aprendido de nuestros ancestros, se nos está haciendo tarde, se nos está acabando el tiempo y al parecer nadie quiere hacer algo para remediar esta situación, nadie –o casi nadie- está dispuesto a mejorar el planeta tan maravilloso en el que habitamos, ¿Qué estamos esperando? ¿Qué se agote el recurso que tanto nos ayuda para subsistir? ¿Qué otros lo hagan? Es momento de mejorar el planeta para que nuestros hijos y los hijos de estos puedan vivir de una manera digna en esta tierra tan fértil y maravillosa. Llegó el tiempo de pararse y luchar para que vivamos en un mundo mejor.


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