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maio 09, 2010

Vegetarianismo contra o aquecimento global


Atualmente muitas pessoas falam sobre aquecimento global. Infelizmente nem sempre abordado pelos meios de comunicação como deveria. Porém, serei um tanto otimista em dizer que ao menos vem sendo muito mais debatido e que mais pessoas buscam saber o que podem fazer para reduzirem seu impacto.
Podemos afirmar que, ao adotar e praticar a dieta vegetariana, você está colaborando muito. Não é o suficiente. Todos devem estar atentos e pesquisar para, cada vez mais, praticar ações por uma vida sustentável e cautelosa a fim de minimizar seus efeitos maléficos ao clima, mas o vegetarianismo é uma imensa colaboração pela ótica do consumo responsável, ético e consciente, em diversos aspectos.
Sabemos, com comprovação científica pelo IPCC (Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas), que o aquecimento global é a conseqüência do uso de recursos naturais de forma exagerada e irresponsável – os gases que prejudicam nosso clima e potencializam o efeito estufa, ocasionando o aquecimento exagerado da Terra, são provenientes das utilizações de bens materiais altamente poluidores e hábitos errôneos, inclusive alimentares, arraigados ao cotidiano dos seres humanos.
No Brasil, a prática que mais libera dióxido de carbono (CO2) – um dos piores gases - é o desmatamento na Amazônia. E por que desmatam? Para plantar soja e outros grãos, a maior parte destinada à ração animal e não à alimentação humana como muitos pensam, para extrair madeira - ilegal em grande quantidade, para carvão e, principalmente, para dar espaço aos bois - a perversa e cruel pecuária. Segundo Gilney Vianna, secretário de políticas para o desenvolvimento sustentável do Ministério do Meio Ambiente, “75% das áreas desmatadas na Amazônia são ocupadas pela pecuária”, onde vivem torturados e infelizes 70 milhões de bois.
Além de acarretar problemas com desmatamento, a pecuária também produz, por meio do processo digestivo dos animais e seus dejetos, outro gás altamente perigoso e danoso ao clima, o metano. Cerca de 35% a 40% vêm da pecuária bovina. Sendo o metano 21 vezes mais prejudicial que o CO2.
Estudo realizado pela ONU - FAO (Organização das Nações Unidas para a agricultura e alimentação), diz que o setor pecuário é pior que os transportes para o clima, já que o CO2 liberado na atmosfera é ainda superior ao emitido por carros. Além do dióxido nitroso, que possui poder aquecedor 296 vezes maior que o CO2. Henning Steinfeld, um dos autores deste estudo, o concluiu da seguinte forma: "A pecuária é um dos causadores mais significativos dos problemas ambientais mais sérios da atualidade".
E não para por aí. O relatório também prova que 64% do total de amônia, principal causadora de chuvas ácidas, também vêm da pecuária e prejudica, entre outros, os oceanos – estes que também possuem papel fundamental para a saúde do planeta e estão em processo de degradação pela irresponsabilidade humana. "Os oceanos absorveram 48% do C02 emitido por nós para a atmosfera nos últimos 200 anos", afirma Christopher Sabino, do National Oceanic Atmospheric Administration, autor de um artigo sobre o tema publicado no jornal Science. Vegetarianos também colaboram imensamente para o clima por não alimentarem a indústria pesqueira. Atualmente, 75% dos peixes comercializados vêm da pesca predatória, ameaçando a existência de várias espécies como atum e linguado. Os corais estão se deteriorando pela acidez das águas e, como não poderia ser diferente, pela pesca – especialmente a realizada em águas profundas, a qual chega a destruir corais de centenas de anos. Para que a recuperação das vidas marinhas fosse viável, as águas precisariam estar limpas, o que está cada vez mais distante da realidade. Novamente a dieta vegetariana ganha força, já que uma das grandes causadoras da poluição das águas é a pecuária e, com grande eficiência, a criação de porcos.
Dados da Sociedade Vegetariana Brasileira mostram que uma criação média de porcos produz a mesma quantidade de excrementos quanto uma cidade de 12 mil habitantes. Até reservas subterrâneas de água são contaminadas, como o aqüífero Guarani. Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina realizaram um estudo em 2004 e descobriram que o risco de contaminação das águas, vindo do depósito de fezes e urinas da suinocultura, é extremamente preocupante.
O último relatório do IPCC trouxe diversas previsões assustadoras para nosso planeta – como fome, falta de água, inundações e extinções. E, cabe enfatizar, previsões essas para todas as espécies.
Contudo, é momento de nos enxergamos por outra ótica, deixarmos de inferiorizar os outros animais e de supervalorizar o ser humano.
Com bases científicas a favor do planeta, é hora de divulgarmos os benefícios do vegetarianismo como nunca!
 
Por Paula Schuwenck

abril 21, 2010

Temperatura do planeta foi recorde em março

 
As temperaturas globais – estimuladas pelo fenômeno El Niño – alcançaram em março um nível recorde, indicou nesta quinta-feira o Instituto Oceânico e Atmosférico americano (NOAA) em um comunicado.“Condições mais quentes que o normal dominaram a terra, especialmente no norte da África, no sul da Ásia e no Canadá”, afirmou o NOAA.
A temperatura média da superfície terrestre – que combina a da terra e a do mar – para março de 2010 foi a mais quente já registrada: 13,5 graus centígrados, o que equivale a 0,77 graus a mais que a média do século XX, 12,7 graus, indicou a instituição.
A temperatura média dos oceanos foi a mais quente para qualquer mês de março desde o início do registro, em 1880, enquanto que a temperatura global da superfície terrestre foi a quarta maior para março, garantiu o NOAA, citando uma análise do National Climate Data Center. Acrescentou ainda que o período janeiro-março foi o mais quente registrado no planeta.
O NOAA destacou que ainda que o fenômeno do El Niño, que se caracteriza por temperaturas maiores que o normal em águas das regiões central e oriental do Pacífico tropical, “contribuiu de forma significativa para o aquecimento no cinturão tropical e na temperatura geral dos oceanos”.
Espera-se que o El Niño mantenha sua influência no hemisfério Norte “pelo menos ao longo da primavera” boreal, acrescentou o NOAA.

(Fonte: G1)

Cientistas não sabem onde está o calor do aquecimento global

 As ferramentas de observação atualmente disponíveis não conseguem explicar aproximadamente metade do calor que se acredita estar se acumulando na Terra nos últimos anos.
Enquanto os instrumentos dos satélites artificiais indicam que os gases de efeito de estufa continuam a aprisionar cada vez mais energia solar, ou calor, desde 2003 os cientistas têm sido incapazes de determinar para onde está indo a maior parte desse calor.
Isso leva a uma de duas possibilidades: ou as observações dos satélites estão erradas ou grandes quantidades de calor estão indo para regiões que ainda não são adequadamente monitoradas e medidas, como as partes mais profundas dos oceanos.
Para agravar o problema, as temperaturas da superfície da Terra apresentaram uma forte estabilização nos últimos anos. Contudo, o derretimento das geleiras e do gelo do Ártico, juntamente com a elevação dos níveis do mar, indicam que o calor continua tendo efeitos profundos no planeta.
Calor perdido – Cientistas do Centro Nacional para Pesquisa Atmosférica (NCAR), nos Estados Unidos, advertem que os sensores de satélites, as boias oceânicas e os outros instrumentos são inadequados para rastrear esse calor “perdido”, que pode estar se acumulando nas profundezas dos oceanos ou em qualquer outro lugar do sistema climático.
“O calor vai voltar a nos assombrar mais cedo ou mais tarde”, diz Kevin Trenberth, um dos autores do artigo que foi publicado na revista Science.
“O alívio que nós tivemos na elevação das temperaturas nos últimos anos não vai continuar. É fundamental rastrear o acúmulo de energia em nosso sistema climático para que possamos entender o que está acontecendo e prever o clima futuro,” afirma ele.

Fluxo de energia
– Trenberth e seu colega John Fasullo sugerem que o início rápido do El Niño no ano passado – o evento periódico marcado pela elevação da temperatura superficial do Oceano Pacífico tropical – pode ser uma maneira em que a energia “perdida” tem reaparecido.
Outra fonte de informação, mas agindo no sentido oposto, são os invernos inesperadamente frios ao longo dos Estados Unidos, Europa e Ásia, que tem marcado os últimos anos e que as previsões indicam deverão perdurar nos próximos.
Eles afirmam que é imperativo medir melhor o fluxo de energia através do sistema climático da Terra.
Por exemplo, qualquer plano de geoengenharia que queira alterar artificialmente o clima do mundo para combater o aquecimento global pode ter consequências inesperadas, que podem ser difíceis de analisar a menos que os cientistas possam monitorar o calor ao redor do globo.
Calor acumulado nos oceanos – Os dados dos instrumentos dos satélites mostram um crescente desequilíbrio entre a energia que entra na atmosfera a partir do Sol e a energia liberada a partir da superfície da Terra. Este desequilíbrio é a fonte de longo prazo do aquecimento global.
Mas rastrear a quantidade crescente de calor na Terra é muito mais complicado do que medir as temperaturas na superfície do planeta.
Os oceanos absorvem cerca de 90 por cento da energia solar capturada pelos gases de efeito estufa. O restante se divide entre as geleiras, os mares congelados, a superfície não coberta pelo mar e a atmosfera – ou seja, somente uma pequena fração do calor capturado aquece o ar da atmosfera.
E, apesar das medições dos satélites, o calor medido nos oceanos, até uma profundidade de cerca de 1.000 metros, está constante há anos.
Possibilidades de erro – Embora seja difícil quantificar a quantidade de energia solar que chega à Terra com precisão, Trenberth e Fasullo estimam que, com base em dados de satélites, a quantidade de energia acumulada parece ser de cerca de 1 watt por metro quadrado, enquanto os instrumentos oceânicos indicam um acúmulo de cerca de 0,5 watt por metro quadrado.
Isso significa que aproximadamente metade da quantidade total de calor que se acredita ser aprisionado pelos gases de efeito estufa está “desaparecido.”
Há muitas possibilidades de erro, e esse “calor perdido” pode ser uma ilusão, dizem os autores.
O não fechamento do balanço global de energia pode ser resultado de imprecisões nas medições por satélites, imprecisões nas medições feitas pelos sensores de superfície ou mesmo do processamento incorreto dos dados, dizem os autores.
Corrigir os satélites ou encontrar o calor perdido – Tudo ia bem até 2003, quando uma frota de robôs submarinos e boias automáticas foi lançada ao mar para coletar dados atmosféricos em um nível nunca antes alcançado.
Em vez de reforçar os modelos climáticos que apontam para o aquecimento global, os novos sensores mostraram uma redução na taxa de aquecimento oceânico, ainda que o desequilíbrio medido pelos satélites continue apontando que o balanço líquido de energia da Terra está aumentando.
Os robôs submarinos da missão Argo também ajudaram a verificar que as mudanças na circulação oceânica não estão ocorrendo como os cientistas previam.
Para resolver o mistério, os cientistas propõem duas medidas: aumentar a capacidade dos robôs submarinos, lançando equipamentos mais modernos que possam atingir profundidades entre 1.000 e 2.000 metros, onde o calor pode estar se acumulando, e o desenvolvimento de novas formas de calibrar os sensores dos satélites, uma forma de garantir que suas medições são precisas.  

Fonte: Site Inovação Tecnológica

fevereiro 10, 2010

Buscador VERDE



 Atualize seus links. O Ecoogler já era. Agora, existe o Eco4planet. Mas que raios é isso? Trata-se de um buscador com fundo preto - para poupar energia. A cada 50 mil buscas feitas uma muda de árvore será plantada. 



Leia mais sobre o projeto aqui. "As ávorezes, somos nozes", com vírgula entre sujeito e verbo.
Mais e mais arvores! O nome originado em “Ecology for planet” faz cada vez mais sentido
Com o entusiasmo de um jovem de pouco mais de 1 ano de vida e a experiência de milhões de pesquisas e usuários, o eco4planet tem o prazer de anunciar que acaba de entrar em nova fase: a partir de hoje, seus acessos ao eco4planet se transformarão em árvores (de verdade!) (leia sobre a mudança realizada em outubro/09 aqui).
E o que você precisa fazer? Apenas continuar utilizado o portal e compartilhar essa novidade com o maior número de pessoas, pois a cada 50 mil acessos uma muda vai pra terra.
Usem e divulguem

fevereiro 03, 2010

Proteja nossa Flora


As florestas são os ambientes mais ricos da Terra em biodiversidade. Se isso não bastava para que o homem preservasse esses ricos santuários, acabou de ganhar mais um motivo: um recente estudo recomenda a preservação da flora para salvar o clima.
As plantas ajudam atuando de diversas maneiras benéficas para o meio ambiente. No entanto, podemos dizer que são vitais para nossa sobrevivência devido ao processo da fotossíntese, que "sequestra" moléculas de carbono e produz oxigênio.
Nos 500 anos de sua história, o Brasil desmatou aproximadamente 30% de suas florestas. O mais assustador nesta estatística é que a maior parte foi devastada nos últimos 50 anos.
A Mata Atlântica, bioma com a maior biodiversidade do mundo, foi quem mais sofreu, perdendo cerca de 751.000 km². Já o Cerrado vem perdendo espaço para o concreto em ritmo alarmante.
A desertificação e as secas serão cada vez mais frequentes com a aceleração do aquecimento global. Lembram da seca de 2005 na Amazônia? O fenômeno criou uma emissão gigante de CO2. Matou árvores e animais, gerou mais gases do efeito estufa do que as emissões anuais da Europa e do Japão.
Vai faltar água. E as plantas estão diretamente relacionadas a ela. Vemos o homem derrubando as matas ciliares que protegem os rios da poluição e do assoreamento, gerando uma enorme perda ambiental. Na verdade o que faltará não é o elemento água, mas sim as fontes de água limpa.
Proteja nossa flora
"A água é o elemento vital para a vida na Terra e o aquecimento global está perturbando a dinâmica deste mineral no planeta."


Outra razão para mantermos as florestas de pé: estes habitats são considerados "farmácias vivas", ou seja, há muitas substâncias nas plantas para uso medicinal. Graças a isto, nossas florestas são alvo de grande interesse de cientistas no mundo todo.
Vítimas do aquecimento global, as plantas passam a consumir menos gás carbônico. Isto significa que quanto mais o planeta esquentar, menos as plantas vão ajudar a conter o aquecimento.
Em muitos países, a principal fonte de cuidados com a saúde ainda vem das plantas.
Para minimizar o problema, plante árvores nativas, pois só elas são capazes de devolver à natureza o equilíbrio perdido. Exija do governo a proteção de nossas florestas. Espalhe a idéia. 

Fonte: Mundo Quente

fevereiro 02, 2010

As Aldeias do Passado e do futuro

É comum ouvirmos que “é importante conhecer a
História para não repetir erros do passado”. Mas, quando
o assunto é extinção, a coisa fica complicada, pois quem
participou da História não viveu para contar. Civilizações
inteiras desapareceram. Um exemplo é a civilização maia, tida
como avançadíssima em matemática e astronomia. O que terá
acontecido?
Se você não acredita em abdução em massa, convido a
uma análise de possibilidades. Houve guerras? Êxodos? Dentre
diversas explicações, uma vem ganhando adeptos: por terem se
desenvolvido rapidamente, a ponto de os recursos disponíveis
não serem mais capazes de se renovar e suportar o ritmo de
exploração, os maias ficaram, de forma fatal, sem alimento e
sem água.
Há sérias evidências de que suas avançadas técnicas de
cultivo e irrigação promoveram o esgotamento do solo da região
de Yucatán, provocando erosões e mudanças nas chuvas. Os
desequilíbrios decorrentes podem ter sido fator determinante
para a extinção desse povo – arrebatado pela gripe espanhola,
outro grave fator de desequilíbrio ecológico.
Hoje estamos a repetir o erro, mesmo que avisados pela
História. Parece que não nos convencemos do rumo que damos
ao planeta e, na dúvida, a inércia nos impulsiona. Ao menos, no
Brasil, o impulso tem sido por energia renovável! Isso é negócio
inteligente.
A sustentabilidade tem que apoiar decisões empresariais
– não por ser algo politicamente correto, mas porque o
consumidor começa a exigir isso nos produtos e serviços que
consome. Temos, então, dois fortes motivos para buscar a
sustentabilidade: manter vivos e competitivos os negócios e
manter vivos os consumidores, ou seja, nós mesmos.

Felipe Jané Bottini
Economista
sócio da Green Domus Desenvolvimento Sustentável

fevereiro 01, 2010

Aquecimento Global - uma ameaça a vida



O aquecimento global é uma conseqüência das alterações climáticas ocorridas no planeta. Diversas pesquisas confirmam o aumento da temperatura média global.
As causas do aquecimento global são muito pesquisadas. Existe uma parcela da comunidade científica que atribui esse fenômeno como um processo natural, afirmando que o planeta Terra está numa fase de transição natural, um processo longo e dinâmico, saindo da era glacial para a interglacial, sendo o aumento da temperatura conseqüência desse fenômeno.
No entanto, as principais atribuições para o aquecimento global são relacionadas às atividades humanas, que intensificam o efeito de estufa através do aumento na queima de gases de combustíveis fósseis, como petróleo, carvão mineral e gás natural.
O aquecimento global não só prejudica a fauna e o espaço terrestre, como também a nós mesmos, através do efeito estufa, que aumenta a acumulação de gases poluentes nocivos à saúde que se propagam no ar que respiramos. Assim, estamos propensos, obrigatoriamente, a inalar toxinas que causam muitas doenças respiratórias. Outro fator que irá aumentar o número de mortes será as altas temperaturas, principalmente nos países do Norte, desenvolvendo o câncer de pele e catarata.

Quais as suas ações em relação a esta questão?
Comente, envie sugestões. 

Brasil: 2x mais que a média mundial!


 Cada brasileiro é responsável, em média, pela emissão de 10 toneladas de gás carbônico (CO2) por ano. O número é duas vezes maior do que a média mundial. Os dados são da Rede-Clima, ligada ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
“Somos o país em desenvolvimento com a maior média mundial”, disse Carlos Nobre, um dos coordenadores da Rede-Clima, ao participar de comissão geral na Câmara para discutir a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15). O encontro será realizado em dezembro, em Copenhague (Dinamarca).
A meta é de que a média mundial de emissão de CO2 seja de 1,2 tonelada por ano até 2050, para que a temperatura global não aumente 2 graus Celsius (°C). “Ela já subiu 0,8°C nos últimos 100 anos. Falta 1,2°C. Já chegamos muito próximo do limite”, disse Carlos Nobre.
Na avaliação do diretor executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Augusto Coelho Fernandes, a estratégia brasileira para reduzir a emissão de gases de efeito estufa deve partir de dois pontos básicos: do uso de uma matriz energética limpa e da redução do desmatamento, principal fonte de emissão de CO2 no país.
“Temos de buscar o abatimento das emissões que seja o mais barato. O Brasil tem condições de implantar mitigação de baixo custo. O combate ao desmatamento deve ser a decisão número um”, defendeu.
O embaixador extraordinário para Mudanças Climáticas do Ministério das Relações Exteriores, Sérgio Serra, disse que a meta brasileira de redução de gases de efeito estufa foram recebidas com tranquilidade na reunião que antecedeu a COP-15. “Acho que daqui até Copenhague vamos ter de fazer muitas consultas para saber o que se espera, mas o Brasil está muito tranquilo. O anúncio dos números foi muito bem recebido”, afirmou.
A meta brasileira de redução dos gases é de 36,1% a 38,9%, até 2020.
Será que conseguiremos ou estamos indo no caminho dos EUA?
Fonte: UOL

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