Mostrando postagens com marcador desmatamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador desmatamento. Mostrar todas as postagens

maio 16, 2012

Veta Dilma


Veta Dilma



Juntos podemos tudo, participe do VETA

Veta Dilma



O Código Florestal está sendo modificado no Congresso para satisfazer a bancada ruralista, abrindo brecha para mais desmatamentos. 
A sua  aprovação final depende da presidente Dilma: peça a ela para cumprir suas promessas e vetar o projeto de lei que vai deixar nossas florestas sob a ameaça das motosserras.



novembro 03, 2011

Desmatamento.

Desmatamento na Amazônia tem alta de 55% em setembro, aponta Inpe
Posted: 03 Nov 2011 04:46 AM PDT

A Amazônia perdeu uma área de 253,8 quilômetros quadrados (km2) de floresta em setembro, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgados nesta segunda-feira, 31 de outubro. Houve aumento de 55% da área devastada em relação a agosto, quando foram contabilizados 164 km2 de derrubadas. Já em relação a setembro de 2010 (448 km2) foi registrada queda de 43% no desmate.
Em setembro deste ano, Mato Grosso foi o estado que mais registrou desmatamentos (110 km2). Em seguida está Rondônia, com 49,88 km2 e em terceiro, o Pará, com 46,94 km2. O menor registro de desmatamento foi no Tocantins, com 2,24 km2, e no Amapá, não foi detectado desmate. Segundo o Inpe, apenas 5% da região não foi monitorada por causa das nuvens.
Fazem parte da região da Amazônia Legal os estados do Acre, Amapá, Amazonas, de Mato Grosso, do Pará, de Rondônia, Roraima e do Tocantins, além de parte do estado do Maranhão


Via Redação EcoD | Foto: Presidente do Ibama, Curt Trennepohl, e a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciam em entrevista coletiva dados do Deter sobre o desmatamento na Amazônia Legal do mês de setembro/ Wilson Dias/ABr

abril 13, 2011

Fiscalização acha em Minas madeira tirada ilegalmente da Amazônia


Madeira sem origem legal em pátio da empresa. (Foto: Ibama/ Divulgação)

Operação realizada a partir desta quarta-feira (13) pelo Ibama no município de Rio Pomba, em Minas Gerais, encontrou cerca de 1,5 mil metros cúbicos de madeira sem origem legalizada no pátio de uma madeireira. O volume total de madeira na área era de 2,2 mil metros cúbicos.

Segundo o Ibama, a maior parte da madeira no local era de origem amazônica e o volume continha espécies ameaçadas de extinção, como castanheiras, cerejeiras, mogno e imbuia.

A operação atua nos arredores de Ubá, que consome em média 20 mil metros cúbicos de madeira por ano, de acordo com o órgão. A madeireira foi multada em R$ 453 mil e os fiscais continuam na região para avaliar serrarias e depósitos, com o objetivo de coibir o mercado ilegal de madeira.










Multa não reprime desmatamento

O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) acaba de divulgar um relatório e o resultado é estarrecedor: das autuações feitas pelo órgão federal entre 2005 e 2010, a média das multas quitadas ficou em 0,75%. Detalhe: no ano passado, esse índice foi ainda pior: 0,2%. A pergunta que não quer calar: para que mobilizar tempo, dinheiro, fiscais, uma infra-estrutura que às vezes beira à de guerra, se os “culpados” por crimes contra a natureza saem ilesos?



Além de não fazer valer as multas e revertê-las aos cofres públicos (e possíveis ações e aparelhamento do próprio Ibama), um outro agravante: o número de autuações caiu vertiginosamente. Se em 2005 era de 32.577 multas, em 2010 não passou de 18.686. E outra vez a mesma questão: a razão para isso teria sido a diminuição dos crimes contra a natureza?


Vale lembrar: a maior parte das autuações está associada a crimes contra a flora (leia-se desmatamentos, queimadas e venda de madeira ilegal), que aqui e ali vemos pipocar na mídia. Além disso, institutos independentes, como o Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), não cansam de explicitar que os estragos na floresta só vêm crescendo. Então, o que acontece de fato?

Nem os Estados, segundo o relatório do Ibama, pagam a sua conta quando o assunto é Meio Ambiente. E há alguns têm autuações bilionárias, caso do Pará (que desde 2005 é recordista em multas por infrações ambientais). Em 2010, por exemplo, a soma total das multas chegava a R$ 1,02 bilhão. Em segundo lugar, o outro campeão neste quesito é o Mato Grosso, com R$ 376,5 milhões em 2010.



A culpa dessa falta de eficiência em receber as multas, segundo o próprio Ibama e especialistas da área, está no fato de que a infração ambiental, por si mesma, não tem como garantir esse pagamento. Então para que realizar as autuações se elas são serão cumpridas?

Fonte:http://eptv.globo.com/emissoras/NOT,0,0,344091,Multa+nao+reprime+desmatamento.aspx












junho 13, 2010

Quem são os maiores interessados? Código Florestal

 Os políticos responsáveis por definir as mudanças nos limites de desmatamento no país possuem juntos o equivalente a 40% da área da cidade de São Paulo, em terras. Como integrantes das comissões de Agricultura da Câmara e do Senado, uma de suas principais decisões para 2009 será a definição das mudanças no Código Florestal. Após alteração feita em 2001, o código reduziu para 20% o limite de desmatamento de propriedades localizadas na Amazônia Legal. Um decreto editado pelo presidente Lula, em 2008, estabeleceu que até o final deste ano, donos de propriedades que não respeitarem os limites de reserva legal começarão a ser punidos. Como o prazo vence dentro de alguns meses, os ruralistas integrantes das comissões têm pressa em definir novas regras para o Código. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, que contabilizou o total de terras pertencentes aos deputados e senadores, só foram consideradas as propriedades que tiveram tamanho detalhado nas declarações apresentadas por eles. Ainda segundo a reportagem, entre as empresas que mais contribuíram para as campanhas de integrantes das bancadas estão os frigoríficos Friboi e Marfrig e as produtoras de insumos Ultrafértil, Nortox e Bunge.

Fonte: Folha de São Paulo/ março/2009

Você pode se interessar...

Related Posts with Thumbnails