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maio 19, 2011

Bituca de cigarro e reciclagem.


Que fumantes prejudicam a vida de todos ao seu redor e deixam tudo ainda pior quando jogam a bituca no meio da rua, todo mundo sabe. Mas e de uma francesa que faz vestidos de bitucas. Isso você sabia?


Foi isso que Flore Garcia-Bour, francesa de 22 anos, fez! Ela viu que seus vizinhos praticavam a coleta seletiva, mas todos jogavam bitucas na rua. E aí pensou em algo para mudar isso.

Ela fundou o blog Le Mégot Défi e começou a falar desse problema que cresce na França (e aqui também). Em três semanas já foram coletadas cerca de 3 mil bitucas que fazem a decoração do vestido da foto.

É claro que isso não resolve o problema das bitucas, mas Flore diz que tem consciência disso e que só quer que o pessoal preste atenção nesse problema. Ela conseguiu.

Pode ser reciclado e ter todo esse apelo sustentável, mas você usaria isso?
Fonte: http://lemegotdefi.com





abril 24, 2011

Nós e o Planeta Terra


O que nos diferencia dos outros seres da natureza não é a inteligência ou a capacidade de ter emoções, de sentir prazer, dor, medo, de nos comunicar ou criar ferramentas, pois isso várias espécies também fazem em diferentes graus de eficiência. O que nos torna únicos é a consciência de nossa individualidade e, entre as conseqüências disso, está o sentimento de separação do mundo, dos outros, da natureza, pois se somos nós não podemos ser o outro.



Ter consciência nos fez também ter subjetividade, um mundo interior, onde construímos e reconstruímos nossa visão de mundo, do outro, de nós próprios. Assim, embora a realidade seja igual para todos, a maneira de perceber, de encarar e interpretar a realidade muda de pessoa para pessoa.


Isso nos obrigou a estabelecer parâmetros do que é aceitável ou não pela sociedade, pois apesar de separados dos outros e das coisas, enquanto seres sociais estamos ligados uns aos outros e tão dependentes quanto todos da natureza. E natureza, aqui, não significa uma visão idealizada de um ser com propósito e intencionalidade, mas o resultado de milhares de anos de evolução sob determinadas condições de clima e calor, distanciamento do sol, inclinação do eixo da Terra, etc. Revela-se então uma outra característica humana que é a tendência de encontrar significado para as questões que não consegue compreender, como se fôssemos incapazes de viver num mundo que não faca sentido. Os gregos antigos, por exemplo, deram à natureza o status de deusa, à qual atribuíram o nome Gaia.


A consciência também nos tornou livres para escolher o que achamos ser melhor para nós, para o mundo, e o livre arbítrio trouxe consigo culpas e responsabilidades, angústias existenciais sobre qual o melhor caminho a tomar. Ao nos vermos livres da natureza, não mais tendo de obedecer aos instintos e compreendendo cientificamente os seus fenômenos, criamos a ilusão de sermos superiores às demais espécies e à própria natureza. Na tarefa de nos tornar humanos, tivemos e ainda temos de enfrentar a natureza, que age e influencia em nossas escolhas através dos instintos - tão ativos em nós quanto em todas as demais espécies, determinando quando temos de lutar ou fugir, comer e parar de comer, por exemplo, e ainda assim, podemos escolher nos manter em situação de estresse sem tentar fugir e comer sem fome. Este enfrentamento resultou no afastamento maior ainda da natureza. Seguir aos instintos passou a ser um atributo dos animais, algo pouco refinado, embrutecido, motivo de vergonha para os humanos.


Criamos a ilusão de sermos os donos da natureza e dividimos o planeta em territórios, e loteamos cada espaço útil, explorando sem culpas, a ponto de já termos passado do ponto de regeneração natural de diversos ecossistemas. As demais espécies foram destituídas de seus direitos, condicionadas à sua utilidade para nós. Se não for útil, então não tem razão de existir.


Em nossa idealização do mundo, nos demos o papel transcendental atribuído aos deuses, pois se somos superiores à natureza, tínhamos de encontrar um significado para nós fora da natureza.


Quando confrontados com as evidências de nossos atos, alguns de nós preferem buscar desculpas para continuar agindo da mesma forma. Para alguns, a idéia de que a natureza possa sofrer um colapso parece um exagero, pois nada do que façamos irá destruir a natureza, embora possamos nos destruir facilmente. Para outros, a Ciência irá nos salvar descobrindo coisas, inventando novas tecnologias que serão capazes de reciclar nossos restos e descobrir novas fontes de recursos. Outros acham inútil lutar, pois o fim está próximo, conforme revelado em algum texto sagrado e, naturalmente, apenas os que acreditarem nisso serão salvos.


Nossa separação da natureza não aconteceu apenas do ponto de vista psicológico, ético, moral ou espiritual, mas também do ponto de vista físico. Reconstruímos o meio ambiente para adaptá-lo às nossas necessidades onde antes existiam ecossistemas. Construímos cidades às vezes confortáveis, bonitas, às vezes não, de concreto, aço e asfalto e com muita rapidez esquecemos que apesar de muito importantes não são as cidades que produzem a água, o oxigênio, a biodiversidade da qual dependemos para produzir alimentos, medicamentos e obter recursos.


O meio ambiente deixou de ser tudo o que existe, para ser o que existe em torno de nos, como se fosse uma espécie de armazém de recursos inesgotáveis para atender às nossas necessidades. Necessidades que deixaram de ser apenas físicas, como comer, morar, vestir, mas também espirituais, como a de demonstrar afeto através da troca de presentes materiais, de obter reconhecimento social e se sentir pertencendo a uma sociedade através da exibição de objetos de consumo. O resultado foi uma sociedade que não só superexplora a natureza, mas que também superexplora seus próprios semelhantes, pois para que uns possam acumular demais outros precisam acumular de menos.


E por que tudo isso? Enquanto as demais espécies submetem-se aos seus destinos, nos angustiamos na busca de respostas, e quando estas não existem, criamos nós próprios utopias e visões de mundo que dê sentido a este mundo reinventado. Qual é o propósito de nossa espécie? Para que estamos aqui? De onde viemos? Para onde vamos? Por que sofremos com terremotos, vulcões, tsunamis, secas, enchentes, furacões, fome, AIDS, epidemias, etc.? Cometemos algum pecado pelo qual estamos sendo punidos agora? Teremos tempo de evitar um colapso ambiental global? Continuaremos existindo enquanto espécie ou já estamos em declínio rumo à extinção? Alguns se satisfazem com a idéia de deuses e diabos voluntariosos nos manipulando, outros se amparam na idéia de que somos filhos e filhas de seres de outros planetas que nos visitaram no passado e que alguns acreditam que ainda estão entre nós. Outros acreditam que surgimos do caos e do acaso, não importa, ninguém saberá a verdade final mesmo e, neste particular, qualquer idéia serve, desde que tenha significado e nos permita viver em paz conosco mesmo e com os outros, que nos anime a querer serem pessoas melhores e lutar para termos um mundo melhor.


O fato concreto é que nenhum de nós escapará vivo do Planeta que, ao contrário de nos pertencer, nós é que pertencemos a ele e o compartilhamos com todas as outras espécies. Ou nos reinventamos, imaginando outro jeito de estar no Planeta, ou corremos risco de desaparecer antes do tempo. Uma coisa é certa, o Planeta começou sem nós, e acabará sem nós. A questão que importa não é quando acontecerá o fim, mas o que posso fazer, aqui e agora, enquanto tenho vida e saúde para abreviar este fim e aproveitar este presente que todos os dias o Planeta nos proporciona, o de viver. E a vida é bem curta.


* Vilmar Sidnei Demamam Berna é escritor e jornalista, fundou a Rebia – Rede Brasileira de Informação Ambiental (http://www.portaldomeioambiente.org.br/) e edita, deste janeiro de 1996, a Revista do Meio Ambiente (que substituiu o Jornal do Meio Ambiente) e o Portal do Meio Ambiente (http://www.portaldomeioambiente.org.br/).
 Em 1999, recebeu no Japão o Prêmio Global 500 da ONU para o Meio Ambiente e, em 2003, o Prêmio Verde das Américas.






junho 13, 2010

Consumidor brasileiro cada vez mais "verde"


Você se preocupa com o meio ambiente na hora de fazer compras? A pesquisa “Observador 2010″, divulgada na semana passada, mostrou uma tendência cada vez mais forte entre os consumidores brasileiros: a de que a população quer alimentos mais saudáveis, produtos que não prejudiquem a natureza e, se for possível, processos que certifiquem que a indústria não afeta o equilíbrio ambiental.
São os “produtos verdes”, cada vez mais enraizados na memória de compra dos consumidores do País.
Segundo a pesquisa (confira a íngegra aqui), 24% da população brasileira se diz consciente ou comprometida com ações compatíveis com consumo consciente. Claro que, na maioria das avaliações, o preço ainda é um critério fundamental na hora da compra. Mas há uma  tendência de crescimento em relação aos produtos verdes.
O levantamento aponta, também, que a maioria da população costuma usar o verso das folhas de papel, planeja a compra de alimentos para evitar desperdício, separa o lixo para reciclagem, fecha a torneira enquanto escova os dentes e desliga lâmpadas em ambientes desocupados.
E você? Se considera um consumidor consciente?

fevereiro 05, 2010

Marcha pela PAZ


 
A Marcha Mundial é um chamado a todas as pessoas a somar seu esforço e tomar em suas mãos a responsabilidade de mudar nosso mundo, superando a violência pessoal, apoiando-nos em nosso âmbito mais próximo e até onde nossa influência chegue.

A Marcha sustenta: 
• o desarmamento nuclear em nível mundial,
• a retirada imediata das tropas invasoras dos territórios ocupados,
• a redução progressiva e proporcional do armamento convencional,
• a assinatura de tratados de não agressão entre países e
• a renúncia dos governos a utilizar as guerras como meio para resolver conflitos.
Além disso, a rejeição a todo tipo de Violência.

*Para ver novidades do mundo da marcha
http://www.theworldmarch.org/index.php?lang=por

fevereiro 03, 2010

Proteja nossa Flora


As florestas são os ambientes mais ricos da Terra em biodiversidade. Se isso não bastava para que o homem preservasse esses ricos santuários, acabou de ganhar mais um motivo: um recente estudo recomenda a preservação da flora para salvar o clima.
As plantas ajudam atuando de diversas maneiras benéficas para o meio ambiente. No entanto, podemos dizer que são vitais para nossa sobrevivência devido ao processo da fotossíntese, que "sequestra" moléculas de carbono e produz oxigênio.
Nos 500 anos de sua história, o Brasil desmatou aproximadamente 30% de suas florestas. O mais assustador nesta estatística é que a maior parte foi devastada nos últimos 50 anos.
A Mata Atlântica, bioma com a maior biodiversidade do mundo, foi quem mais sofreu, perdendo cerca de 751.000 km². Já o Cerrado vem perdendo espaço para o concreto em ritmo alarmante.
A desertificação e as secas serão cada vez mais frequentes com a aceleração do aquecimento global. Lembram da seca de 2005 na Amazônia? O fenômeno criou uma emissão gigante de CO2. Matou árvores e animais, gerou mais gases do efeito estufa do que as emissões anuais da Europa e do Japão.
Vai faltar água. E as plantas estão diretamente relacionadas a ela. Vemos o homem derrubando as matas ciliares que protegem os rios da poluição e do assoreamento, gerando uma enorme perda ambiental. Na verdade o que faltará não é o elemento água, mas sim as fontes de água limpa.
Proteja nossa flora
"A água é o elemento vital para a vida na Terra e o aquecimento global está perturbando a dinâmica deste mineral no planeta."


Outra razão para mantermos as florestas de pé: estes habitats são considerados "farmácias vivas", ou seja, há muitas substâncias nas plantas para uso medicinal. Graças a isto, nossas florestas são alvo de grande interesse de cientistas no mundo todo.
Vítimas do aquecimento global, as plantas passam a consumir menos gás carbônico. Isto significa que quanto mais o planeta esquentar, menos as plantas vão ajudar a conter o aquecimento.
Em muitos países, a principal fonte de cuidados com a saúde ainda vem das plantas.
Para minimizar o problema, plante árvores nativas, pois só elas são capazes de devolver à natureza o equilíbrio perdido. Exija do governo a proteção de nossas florestas. Espalhe a idéia. 

Fonte: Mundo Quente

fevereiro 02, 2010

Apartamento de 42 m² para morar com os três filhos

A marcenaria prática e econômica, com madeira certificada e de reflorestamento, deu o prêmio Planeta Casa ao arquiteto Paulo Alves, que integrou os ambientes para ampliar os 42 m² do imóvel.
Veja o vídeo aqui.

As Aldeias do Passado e do futuro

É comum ouvirmos que “é importante conhecer a
História para não repetir erros do passado”. Mas, quando
o assunto é extinção, a coisa fica complicada, pois quem
participou da História não viveu para contar. Civilizações
inteiras desapareceram. Um exemplo é a civilização maia, tida
como avançadíssima em matemática e astronomia. O que terá
acontecido?
Se você não acredita em abdução em massa, convido a
uma análise de possibilidades. Houve guerras? Êxodos? Dentre
diversas explicações, uma vem ganhando adeptos: por terem se
desenvolvido rapidamente, a ponto de os recursos disponíveis
não serem mais capazes de se renovar e suportar o ritmo de
exploração, os maias ficaram, de forma fatal, sem alimento e
sem água.
Há sérias evidências de que suas avançadas técnicas de
cultivo e irrigação promoveram o esgotamento do solo da região
de Yucatán, provocando erosões e mudanças nas chuvas. Os
desequilíbrios decorrentes podem ter sido fator determinante
para a extinção desse povo – arrebatado pela gripe espanhola,
outro grave fator de desequilíbrio ecológico.
Hoje estamos a repetir o erro, mesmo que avisados pela
História. Parece que não nos convencemos do rumo que damos
ao planeta e, na dúvida, a inércia nos impulsiona. Ao menos, no
Brasil, o impulso tem sido por energia renovável! Isso é negócio
inteligente.
A sustentabilidade tem que apoiar decisões empresariais
– não por ser algo politicamente correto, mas porque o
consumidor começa a exigir isso nos produtos e serviços que
consome. Temos, então, dois fortes motivos para buscar a
sustentabilidade: manter vivos e competitivos os negócios e
manter vivos os consumidores, ou seja, nós mesmos.

Felipe Jané Bottini
Economista
sócio da Green Domus Desenvolvimento Sustentável

Verde em meio a selva de concreto.

Imagine um edifício em que a água seja reutilizada, as janelas sejam construídas de modo que a luz entre na maior parte do dia sem aumentar o calor e que ainda repasse suas ideias e iniciativas ecologicamente corretas em workshops e palestras. Medidas como essas parecem complicadas, mas estão cada vez mais factíveis nas pequenas e médias empresas.
Veja o caso da Ecofit, academia paulistana fundada pelos irmãos Antonio e Eduardo Gandra. Eles gastaram R$ 10 milhões para criar o ambiente da empresa, 5% mais caro por terem optado pela construção verde – o que, no entanto, compensa, já que o lucro é revertido em economia a longo prazo. Entre outros benefícios, a conta de energia é 15% mais baixa que a de uma academia tradicional. Na soma final, o custo operacional da Ecofit é 5% menor que o de outras academias convencionais. 
E o que os irmãos Gandra fizeram?
- Usaram materiais reciclados na construção.
- As piscinas são mantidas quentes por meio de um sistema de aquecimento solar.
- As madeiras utilizadas são certificadas ou de demolição.
- Criaram um sistema de tanques para armazenar a água da chuva para uso na limpeza e descargas.
- A economia de água chega a mil litros por dia.
- Há coleta seletiva interna.
- O lixo orgânico é transformado em adubo e o óleo de cozinha é
separado para virar biodiesel.
- O espaço possui paredes de resíduos de pedreiras.
- Abriram amplas janelas de vidro para aproveitar a luz solar.
luz_solar
Com essas medidas, a economia é convertida em desconto para os clientes, que na Ecofit pagam mensalidades até 30% mais baratas. Reduzir custos pode ser mais simples do que parece, e pequenas adaptações na empresa não precisam significar milhões, e sim apenas algumas mudanças de atitude nos costumes cotidianos.



Green building e o Leed

Green building é o edifício cujo projeto leva em conta o aproveitamento de recursos e a redução de impactos ambientais na construção. O Leadership in Energy and Environmental Design é uma certificação internacional atribuída a construções ou a comunidades com características de green building. No Brasil, está passando por alterações que vão regionalizar as normas. O Green Building Council (GBC) Brasil está à frente desse trabalho, e pretende redefinir as regras até o fim do ano.
Fonte: resultson.com.br/tag/construcao-sustentavel/

janeiro 31, 2010

Reciclar, Reduzir, Reutilizar

 
O uso de garrafas PET em tapetes, bases de pufes, luminárias e sistemas de aquecimento solar já é conhecido. Pois no segmento de materiais de construção, o tal polietieleno tereftalato também vem ganhando destaque. Em Manaus, o engenheiro eletrônico Luiz Antônio Pereira Formariz começou a investir na resina, tradicionalmente usadas em embalagens de refrigerante e água mineral, para fazer telhas. Assim, fundou a empresa Telhas Leve. O custo do metro quadrado do produto é de R$ 39, duas vezes mais alto que o da telha convencional de barro, que gira em torno de R$ 19. Mas, de acordo com Formariz, devido à sua leveza, o gasto com a estrutura do telhado custa R$ 15, um quarto do preço da tradicional, que é de R$ 70 em média.

As telhas de PET podem ainda ser encontradas em diferentes cores, como azul, amarela e vermelha. A marrom-cerâmica reproduz fielmente o tom das peças de barro. E a durabilidade do produto pode ser até cinco vezes maior. Além disso, Formariz destaca a importância que o produto traz ao meio ambiente.
“Hoje em dia, devido a popularização do consumo de refrigerantes embalados em garrafas de PET, a telha plástica tornou-se também uma grave ameaça ao meio ambiente, pois, após o consumo do conteúdo dessas garrafas, elas se transformam em lixo, causando poluições que afetam drasticamente o meio ambiente. Com a reciclagem do PET, existe a possibilidade de controlar esse problema, pois o material poderá ser transformado em outros produtos de grande utilidade e necessidades básicas para as pessoas”, explica o engenheiro.
 
A coleta das garrafas PET é feita por cooperativas e associações de catadores de lixo. A reciclagem do material, segundo o engenheiro, além de poder contribuir para uma possível fonte de renda para famílias pobres ou desempregadas, reduz os de custos de fabricação dos produtos. Por ser um material que depende apenas de coleta, reciclagem, e dos devidos tratamentos de preparação, o plástico implica num preço um pouco menor do que se fosse comprado novo.
 
PLÁSTICO RECICLADO PODE SUBSTITUIR O COMPENSADO EM ESTRUTURA DE EDIFÍCIOS 
O plástico reciclado também vem substituindo os compensados de madeira tradicionalmente utilizados na construção de edifícios como suporte para a confecção da laje plana (”tipo cogumelo”, feita de concreto e que não necessita de vigas).
A ideia é da Premag, do Ceará, que fabrica o chamado “plasterit” partir de garrafas PET recolhidas por cerca de mil catadores da região. Segundo o engenheiro Luiz Edmundo Pereira, sócio-diretor da empresa, o emprego do plasterit na estrutura dos prédios pode trazer uma economia de cerca de 15% no valor da estrutura do prédio, pois o compensado do material pode ser reutilizado várias vezes.
“Essa concepção estrutural, aliada ao uso das formas plásticas com material reciclado e de peças metálicas, reduz o gasto de madeira a praticamente zero, numa edificação. Além disso, o uso da plasterit na construção civil evita o desmatamento e ainda a queima de madeira, já que os compensados tradicionais têm pouca durabilidade e são, posteriormente, queimados”, afirma Pereira.
A Premag, que foi contemplada com o prêmio Top Imobiliário 2009 da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Niterói), na categoria Sustentabilidade ambiental, já ergueu seis edificações com essa tecnologia no estado. E há mais cinco em construção: duas em Niterói, duas em Rio das Ostras e uma em Macaé. Entre elas, a do Hospital Icaraí, na Marquês do Paraná, e o prédio residencial La Brisa, na Praia de Piratininga.

Fonte: Yahoo!

El agua: lo mas importante?

 
Es conocido por todos, que el agua es uno de los recursos naturales más vitales.  Nos hemos preguntado alguna vez que sucedería si el agua se acabara??... Si desapareciera? Qué pasa si hoy no nos damos cuenta la importancia que tiene y lo urgente que es cuidarla?

    Hace miles de miles de años las tres más grandes civilizaciones de la humanidad se asentaron a orillas de un, río; la civilización China, en los ríos Huang  He y Yang-tsê; la ciudad de Ur se fundó en las orillas del río Éufrates, y la civilización Egipcia fundó sus eperanzas y desarrollo a orillas del Nilo. Todas estas, y varias otras civilizaciones se han levantado al lado del agua, con el fin de poder sobrevivir, de saciar la sed que les producía la lucha de vivir día a día y de resolver hasta las cosas más simples…que finalmente tambien son fundamentales como lavarse la cara o lavar sus ropas.


    Con todo esto, nos trataban de decir algo: debíamos cuidar el agua, no desperdiciarla, tratarla como si cada gota fuese la última que veríamos en nuestra vida. Pero, desgraciadamente los seres humanos no hemos aprendido nada de nuestros antepasados. Mal-utilizamos el agua cada día, la dejamos correr cuando la ocupamos, la contaminamos con residuos domésticos y también industriales,  la botamos como si fuera basura, etc. Esto, demuestra lo poco que hemos aprendido de nuestros ancestros, se nos está haciendo tarde, se nos está acabando el tiempo y al parecer nadie quiere hacer algo para remediar esta situación, nadie –o casi nadie- está dispuesto a mejorar el planeta tan maravilloso en el que habitamos, ¿Qué estamos esperando? ¿Qué se agote el recurso que tanto nos ayuda para subsistir? ¿Qué otros lo hagan? Es momento de mejorar el planeta para que nuestros hijos y los hijos de estos puedan vivir de una manera digna en esta tierra tan fértil y maravillosa. Llegó el tiempo de pararse y luchar para que vivamos en un mundo mejor.


Campanha 2010

O que surpreende mais: o fato de vivermos em um mundo onde um quarto da população vive em estado de pobreza absoluta?
 Ou o fato de pela primeira vez possuirmos a riqueza, a tecnologia e o conhecimento para criar um mundo livre da pobreza em menos de uma geração?
O desafio do mundo é uma chamada para a ação, uma busca por soluções de assuntos como a pobreza, a fome e a poluição, que são patentes onde vivemos.
A pobreza afeta a vida de 20 milhões de brasileiros. Dentre eles, as crianças, que são perto de um terço do desenvolvimento do mundo. Precisamos alimentar o futuro, melhorar o acesso à educação, desenvolver oportunidades e transformar esta cruel realidade.

Doe uma porção do seu tempo para a caridade e faça parte do time para acabar com a pobreza. Descubra como você, sua empresa ou organização podem fazer a diferença.

Todos serão mais ricos sem a pobreza. Vamos juntos restabelecer a esperança e resgatar a dignidade daqueles que as perderam na injustiça social.


Fonte: Planeta Voluntários 

Água da Chuva - use e abuse.

 
A água da chuva é destilada e cai sem cobrar impostos. Recolher essa água que vem do céu e aproveitá-la é uma tendência forte na busca de soluções para economizar água potável. A idéia é não perder a água da chuva que cai no telhado. Se ela não for captada, vai acabar se infiltrando na terra, ou então, pode ir para o sistema de águas pluviais urbano. Se esse sistema estiver sobrecarregado, a água não captada vai aumentar o caos dos alagamentos.
A água de chuva captada nos telhados não é potável porque entra em contato com impurezas por onde passa. No entanto, é boa para vários usos como descarga de vasos sanitários; lavagem de carros e calçadas ou irrigação de jardim. Em alguns casos, pode ser usada na lavagem de roupas.
Sistema de captação doméstica de água pluvial
Na ilustração, temos um esquema de como fazer captação de água da chuva. A chuva cai nos telhados, é recolhida pelas calhas, passa por um filtro que retêm sujeiras como folhas e fica armazenada na cisterna enterrada. Uma bomba envia a água da cisterna para a caixa d'água elevada. A partir da caixa d'água, a água da chuva é distribuída para o vaso sanitário, a irrigação do jardim, o tanque de lavar roupa e a máquina de lavar.
A captação de água da chuva pode ser aplicada em residências, condomínios, prédios comerciais e industriais. Seu custo ainda é alto, mas vai se pagando aos poucos com a economia na conta de água. O consumo de água tratada em uma residência pode cair a menos da metade com a instalação de um sistema de captação de água.
A captação de água pluvial traz várias vantagens para o ambiente. Primeiramente, reduz o consumo de água potável, que custa caro e agride o meio ambiente com a criação de represas, consumo de produtos químicos, etc. Em segundo lugar, a captação de água da chuva reduz o fluxo de água que corre para o sistema de águas pluviais durante as chuvas. Isso pode aliviar os transtornos com alagamentos pois a água será liberada aos poucos nos dias seguintes à chuva. O sistema de captação consome pouca energia e a maioria de seus componentes pode ser fabricada com plástico reciclado.
Com o tempo, é provável que o poder público crie mecanismos para estimular a captação de água de chuva na área urbana. O ideal seria que os proprietários de terrenos fossem responsáveis pela captação de toda a chuva que cai sobre as áreas construídas no seu terreno, incluindo aí calçamento e pavimentação. Essa medida teria a vantagem adicional de estimular a ampliação da área de infiltração na área urbana.
 
www.radames.manosso.nom.br/ambiental/index.ph.

Diga não , não use sacolas de plástico.




Recebi um email com este texto e gostaria de dividir com vocês.
Infelizmente não sei o autor.
 
Não use sacolas plásticas. Não toque nelas. Não chegue perto delas. Elas mordem. Elas penetram seus poros, infestam sua casa e se grudam na terra cheirosa do seu planeta. Seu planeta fica indigesto, mastigando a sacola de plástico por 50 anos, tendo azia por outros 50, tentando absorvê-la por mais 50 anos.
Enquanto isso você nasce, cresce, reproduz e morre. Seu filho nasce, cresce torto, reproduz mal e morre logo. Seu neto nasce mal, não cresce e, cercado por sujeira plástica e poluição, desiste de reproduzir.
Por isso, volte a usar as velhas, boas, MUITO MAIS RESISTENTES e DURÁVEIS SACOLAS DE PANO. Fale com sua avó sobre isso. Ela deve ter em alguma gaveta uma bela sacola de lona ou de pano grosso. Vá ao mercado com sua própria sacola, é muito mais maneiro. Quer uma dica: pinte o tecido de sua sacola do seu jeito. Por exemplo, pinte uma árvore nela. Ou uma Lua Cheia. Ou o que você quiser, afinal, você é exclusivo!
Fale com o gerente do supermercado. Diga para ele disponibilizar sacolas de pano aos clientes. Assim ele não terá de comprar milhões de futuros dejectos plásticos e os netos dele viverão num planeta mais limpo. Diga para ele: "se tu é macho, faz uma promoção: quem vier às compras com sacola de pano ganha 1% de desconto ou 30 dias no cheque ou meia dúzia de pãezinhos, ou um grande ABRAÇO..."
Se você tiver grana, COMPRE SACOLAS DE PANO e as distribua na entrada dos mercados.
Se você não tiver grana, mas tiver alguma habilidade manual, FAÇA as sacolas, PINTE frases legais nelas e vá para a porta do mercado vendê-las. Eis algumas sugestões para as estampas das sacolas:
EU SALVO O PLANETA, EU USO SACOLA DE PANO
UMA SACOLA NA MÃO E UMA IDÉIA NA CABEÇA: SALVAR O MUNDO
USE SACOLA PERMANENTE, PORQUE A TERRA NÃO É DESCARTÁVEL
QUEM USA SACOLA PLÁSTICA É BURRO!
EU USO SACOLA DE PANO E SOU FELIZ!
Se você for vereador ou candidato a, crie leis incentivando o uso de sacolas, sacos, mochilas, malas, maletas feitos de pano, lona, jeans, couro, papelão, folha de bananeira ou outro material BIODEGRADÁVEL. Crie um concurso municipal para incentivar o design de sacolas e de estampas.
Se você for gerente de supermercado ou de loja NÃO USE MAIS SACOLAS PLÁSTICAS, pelo AMOR do planeta.
Se você for consumidor, compre ou confeccione sua própria sacola de material não plástico.
E ANDE COM ELA PELO MUNDO, DE MÃOS DADAS PARA SALVAR O PLANETA.
Nos meus tempos de menina, já se vai longe, lembro-me das pessoas usando suas próprias sacolas e carrinhos para fazer  compras.
Porque não trazemos de volta as idéias boas e inteligentes?

Diga não , não use sacolas de plástico.

 Quando as sacolas saem das cidades e chegam aos rios e mares, além da poluição residual, causam o afogamento de alguns animais que confundem as sacolas com alimentos e as pequenas sacolas são capazes até de engasgar baleias e outros animais de pequeno, médio e grande porte, causando a sua morte.

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